sexta-feira, 6 de junho de 2025

ECHO - Jin BTS

 


Há álbuns que chegam como reencontros. ECHO, de Jin, é um desses casos. O álbum veio com a sensação de uma conversa íntima com quem já o escutava com atenção. É o tipo de álbum que parece ter nascido entre memórias e referências que, de algum jeito, nos pertencem também. Quando conheci o trabalho do Jin, me veio à cabeça que a voz dele funcionaria perfeitamente nesse universo pop-rock sentimental, de melodias cheias de emoção e refrões que grudam de um jeito bonito. ECHO entrega isso, tudo isso sem que a essência do artista se perca em nenhum momento. A assinatura vocal de Jin, que antes explorávamos em momentos pontuais da discografia do BTS, agora ecoa com liberdade e autenticidade.

O single Don’t Say You Love Me já antecipa o tom emocional do disco. Jin opta por uma voz soprosa, diferente de seu habitual ataque firme, e o resultado é surpreendentemente íntimo. Há angústia nas entrelinhas, uma despedida dolorosa que se comunica mais pela interpretação do que pela letra em si. É o tipo de interpretação que embriaga devagar, porque carrega o peso de não saber como dizer adeus. O instrumental remete a nomes como Jonas Brothers e Post Malone, mas a canção mantém uma identidade própria, como uma balada pop que transita entre a vulnerabilidade e a necessidade de seguir. e seu timbre comunica o que as palavras mal conseguem: a angústia de ainda amar, mesmo quando é hora de soltar. Ele nos faz sentir, antes de entender.

Em Nothing Without Your Love, tudo cresce. A trilha é inspiradora, quase cinematográfica. A sensação é de vento no rosto. Daria para colocar essa faixa como trilha de um momento de recomeço. Seja uma viagem sozinha, uma audição corajosa, ou até mesmo apenas para aquela corrida na esteira da academia, com o coração cheio de planos. Uma faixa que te pega pela emoção positiva, pelo ritmo que dá vontade de seguir em frente.

Aí vem Loser (feat. YENA), e o álbum nos leva direto pra um lugar mais lúdico e leve. Há uma estética musical adolescente, algo entre Camp Rock e os primeiros discos dos Jonas Brothers. A forma como Jin canta “like a laser (loser, loser)” me fez visualizar uma cena: ele surgindo no palco, vindo do nada com um grupo dançando, sorrindo, existindo sem medo do rótulo. É teatral, nostálgico, divertido. E sim, há algo artistas Disney aqui também. Mas novamente, com o vocal de Jin tomando a frente de forma inconfundível.

Rope It é um deleite à parte. Com um pé no country pop, é o tipo de faixa que poderia estar em Footloose 2, ela pede chapéu, bota, luzes quentes e uma coreografia contagiante. Mesmo assim, Jin não tenta fazer um sotaque country ou ajustar sua voz ao estilo. Canta com sua própria voz, sem disfarces, o que torna a experiência ainda mais autêntica.

Em With the Clouds o clima muda e vem como uma corrente alternada de sensações. Ela começa com uma atmosfera etérea, quase hipnótica, como se flutuássemos, até que uma virada inesperada quebra o transe e nos devolve à realidade. Tem algo de rock dos anos 2000, mas não se prende a fórmulas. O uso do violino dá à faixa um toque agridoce, entrelaçando o country ao pop-rock moderno e nostálgico. A canção é feita de nuances. Como as nuvens, muda sem avisar, uma faixa que te pega justamente por não seguir uma linha reta, e é bonita em cada versão.

Mas é em Background que o tempo parece parar. Jin desce o tom, canta com a alma em baixa frequência, uma música que parece pulsar junto com o coração da gente. A linha vocal grave conduz a faixa como se Jin estivesse contando um segredo. O efeito da palavra “background” ecoando, quase como se estivesse se fundindo ao nosso próprio tempo interno, é uma das escolhas mais sensíveis do álbum. É mais do que uma sensação de faltar o ar. É como se o pulmão se enchesse ainda mais de oxigênio. Como se o som dele ocupasse espaço no corpo da gente, nos preenchendo de dentro pra fora. Talvez por vir depois de uma sequência emocionalmente construída, ela atinge com mais força. E permanece por um tempo.

Fechando o álbum, To Me, Today traz de volta a energia do rock adolescente, com refrão marcante e guitarras vibrantes. Mais uma vez, brinca com estilos sem perder a essência. Ele entrega versatilidade, mas nunca se dissolve nos gêneros. Ele os absorve. Jin reafirma a versatilidade de Jin sem abrir mão de sua identidade. Há consistência, mesmo na diversidade.

Apesar de passear por estilos distintos, o álbum nunca se dispersa. Há um fio condutor invisível: Jin. Ele não se esconde atrás dos gêneros que interpreta. Pelo contrário, se mostra ainda mais nítido em cada um deles. Ao invés de se moldar às referências, ele as absorve e as traduz com sua própria linguagem. É como se dissesse: “posso ser tudo isso, e ainda assim ser só eu”.

Talvez o álbum tenha me tocado tanto porque, de alguma forma, me levou de volta à adolescência. Talvez porque somos da mesma geração, e ele tenha escutado as mesmas coisas que eu. Há aqui um convite ao retorno, não ao passado em si, mas ao sentimento de quem fomos e, de certa forma, ainda somos. Talvez por isso o disco soe tão familiar. Talvez por isso, soe tão verdadeiro. Mas também porque ECHO fala da liberdade de ser múltiplo, de ter referências diferentes e não precisar escolher só uma. Não somos uma coisa só, e Jin mostra isso com delicadeza, força e autenticidade.


sábado, 8 de fevereiro de 2025

Resenha Crítica - RM: Right People, Wrong Place (2024)

 


O documentário "Right People, Wrong Place" proporcionou-me uma perspectiva inédita sobre Kim Namjoon. Em vez de ver apenas o RM consagrado do BTS, pude enxergar um indivíduo em constante descoberta, um homem em formação, cuja autenticidade me despertou o interesse.

Enquanto muitos espectadores se deixavam levar por reações emocionadas e pela idealização do ídolo, eu observei com o olhar de quem está familiarizada com ambientes de produção e processos criativos. Para mim,

o estúdio e o trabalho meticuloso por trás do álbum e dos clipes eram parte natural do meu universo. Já os fãs, acostumados a venerar cada gesto e traço do ídolo, traziam consigo expectativas que eu, não. Pois eu não o conhecia. Assim, meu foco estava na técnica, na criação e no processo artístico, e não na presença de uma figura consagrada.

Essa postura permitiu-me reconhecer a beleza de um início de trajetória, mesmo diante de incertezas. Notei, inclusive, uma inexperiência, citada por ele mesmo, que, longe de desmerecer sua jornada, o humanizou e evidenciou a coragem de recomeçar como alguém individual. Acompanhar seu processo de autoconhecimento e suas reflexões profundas foi inspirador, embora em alguns momentos uma melancolia se manifestasse, talvez uma certa visão pessimista de Namjoon sobre algumas coisas da vida, uma tonalidade que, talvez, possa se transformar em uma visão mais otimista com o tempo. Assim desejo vê-lo no futuro.

Enquanto muitos se encantavam com detalhes superficiais, como comentários sobre a aparência, o que realmente se destacou para mim foi o Kim Namjoon que se revela, como um homem comum, por meio da arte e da busca interna, e não um ídolo em exposição. Um depoimento de um amigo, ao afirmar "Esse é um lado dele que é novo para mim", sugeriu que ele está em constante transformação ou que, talvez, nunca tenha sido plenamente quem verdadeiramente é. Essa revelação despertou em mim o desejo de explorar ainda mais as músicas do álbum e entender os contextos.

A experiência sensorial evocada por "Come Back to Me" foi marcante, para mim, ressaltando que o álbum demanda uma escuta atenta e um envolvimento singular, não se trata de um trabalho popular, mas de uma obra para aqueles que se dispõem a mergulhar em sua intensidade.

Durante a gravação de um clipe, presenciei uma cena de confronto que evidenciou tanto a energia do ambiente criativo quanto a paixão exacerbada de alguns fãs. Em meio a esse episódio, ficou claro que, independentemente do status, Kim Namjoon é, antes de tudo, um ser humano, sujeito a desafios e em constante evolução, um jovem profissional que ainda está escrevendo sua trajetória. Alguém que está só começando. E há algo bonito nisso. Não o RM, líder do BTS. Não foi quem eu vi ali.

E, talvez, essa tenha sido a intenção dele o tempo todo.

No fim, gostei do que vi e da pessoa que ali se revelou. Fiquei genuinamente interessada em conhecer mais desse Namjoon que, em processo de descoberta, se mostra autêntico e em desenvolvimento.



quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

O primeiro homem, ou não! O homem foi a lua?



Foguete Saturno V decolando no dia 16 de julho de 1969, carregando o módulo Apollo 11. Foto: NASA


Em 21 de julho de 1969, às 2h56 no horário local (0h56 no horário de Brasília), um ser humano pisou pela primeira vez na Lua. O feito dos astronautas Neil Armstrong e Buzz Aldrin foi transmitido ao vivo para 100 milhões de pessoas.  Depois de coletar material e passear pelo satélite natural durante duas horas e 45 minutos, os astronautas entram na Apolo 11, retornam em segurança no dia 24 de julho e viram heróis na Terra. 

A tripulação era formada pelo comandante Neil Armstrong, Michael Collins (piloto do módulo de comando) e Edwin "Buzz" Aldrin (piloto do módulo lunar). Ao todo, os astronautas ficaram 21 horas no satélite. Eles aproveitaram sua estada na Lua para fincar a bandeira dos Estados Unidos, recolher cerca de de 22 kg de material e fazer fotos.  Outras cinco expedições americanas chegaram lá até dezembro de 1972, totalizando 12 homens há pisar na lua. Depois disso, nenhum homem voltou ao satélite natural da Terra em mais de 46 anos.

Desde então, muitas teorias de conspiração foram criadas em apoio à idéia de que as alunissagens (ato de pousar uma nave espacial na lua) nunca aconteceram e que as imagens divulgadas não passaram uma farsa, dirigida pelo cineasta Stanley Kubrick em um estúdio de televisão no Estado de Nevada. Mas será que esta teoria faz sentido?  Mas os motivos, na verdade, são outros: dinheiro, relevância científica e, é claro, questões políticas. 

A teoria de que não fomos à Lua 48 anos atrás, é intrigante e levanta muitas suspeitas, porém, para alguns, pode ser desmentida facilmente. Alguns argumentos devem ser considerados. Vamos a eles.


Teoria da Conspiração



• Os vídeos mostram a bandeira dos Estados Unidos tremulando em solo lunar. Como isso é possível se a lua não tem atmosfera? Sem atmosfera, não há vento. Segundo a NASA, devido a pouca gravidade existente na Lua e ao fato dos astronautas terem acabado de tocar na bandeira, ela teria ficado tremulando sozinha ainda por algum tempo.


• Notou que nas fotos não aparecem estrelas no céu? Por outro lado, quantas vezes você tirou uma foto do céu e foi possível ver as estrelas nela? Porém, a distancia da lua para as estrelas é muito menor que a da terra. Além disso, se não existe atmosfera na Lua, as estrelas deveriam ser visíveis.

• Para que se forme a marca de uma pegada, teria de haver umidade no ar, mas todos nós sabemos que não há água muito menos ar na lua. Uma pegada, na Lua, poderia se desmanchar assim que a bota do astronauta levantasse do chão, tal como acontece no fundo do mar, onde há umidade aos extremos.

• Devido à ausência das partículas de oxigênio e outros gases que não estão presentes no vácuo, Aldrin não deveria estar visível nesta foto. As sombras na Lua deveriam ser totalmente pretas e, por não haver atmosfera, não deveria nem haver penumbra.

• Como três astronautas poderiam retornar a terra com o combustível necessário em um módulo tão pequeno?


• A temperatura na lua varia tanto, que seria impossível trazer uma única foto para exibir na terra. A NASA afirma com todas as letras que utilizou, durante a Missão Apollo 11, um filme especial da Kodak para bater as fotos, mas, a própria Kodak afirma também com todas as letras que tal filme não existe!


•  Distancias diferentes: Qual será o tamanho real da Terra vista da Lua? De acordo com a NASA, o diâmetro da Terra é 3,7 vezes maior que o diâmetro da Lua e a massa da Terra é 81 vezes maior que a massa da Lua. Como podemos ver nas duas imagens acima, a primeira foto mostra o tamanho da Terra mais próximo do real enquanto na segunda o tamanho da Terra vista da Lua menor é que o tamanho da Lua vista da Terra.


Desproporções no tamanho do planeta Terra visto da Lua.
• Será que a NASA teria enviado o homem a lua justamente na época em que ela estava mais distante da terra? A distância média da Terra pra Lua é de 384.400 km podendo variar de 363.300 a 405.500 km, portanto, mesmo que o homem tivesse sido enviado a Lua no momento em que ela estivesse mais distante do planeta Terra, não justificaria a disparidade nas imagens.

PS: Todas as imagens e dados científicos foram retirados do site da NASA.


Motivos para forjar a viagem

- A União Soviética já estava bem à frente na corrida espacial, até que um americano pisa na lua e imediatamente os Estados Unidos toma notoriedade e respeito novamente. Ninguém mais se lembra do 'A terra é azul' e passam a recordar de 'Um pequeno passo para o homem, um grande salto para a humanidade'.

- A viagem foi realizada no auge da guerra fria, o mundo estava quebrado, especialmente os Estados Unidos. Como um país que não tem condições nem para comer poderia ter recursos financeiros para uma expedição espacial? 

- Após o sucesso da expedição, todos os grandes investidores internacionais iriam querer investir dinheiro no país mais evoluído tecnologicamente do mundo, e foi exatamente o que aconteceu. Hoje, os Estados Unidos é a maior potência mundial.



A história nos cinemas 


No dia 18 de outubro chega aos cinemas “O Primeiro Homem”, filme que conta a história do astronauta Neil Armstrong, o primeiro homem a pisar em território lunar. O lançamento deste filme traz consigo, novamente, uma questão que há muito desperta duvida entre as pessoas. Afinal, o homem realmente foi à lua?

O longa, baseado no livro "First Man: The Life of Neil A. Armstrong" de James Hansen, possui um recorte mais intimo, narrando a jornada da NASA durante o período de 1961-1969, através dos olhos do astronauta até que o grande passo para a humanidade fosse dado. A opção em trabalhar com a câmera como a visão do protagonista, proporciona ao espectador a sensação de estar na pele de Armstrong e o fascínio de enxergar o espaço e a lua pelo olhar dele. O filme conta com o roteiro do vencedor do Oscar Josh Singer e marca o reencontro do ator Ryan Gosling, que interpreta Armstrong, com o diretor Damien Chazelle, dupla que quase ganhou o Oscar em “La La land”. 

Aquaman - O mar te chama [Resenha sem Spoiler]







Criado por Paul Norris e Mort Weisinger há mais de 70 anos, Aquaman não é o que podemos chamar de personagem mais popular do universo da DC Comics e da Liga da Justiça. O fato é que ninguém conseguia levar a sério um homem que cavalga em um cavalo marinho e fala com peixes. Mas a DC não desistiu dele e para tentar reparar a injustiça, convidou James Wan para dirigir o novo longa do herói, com roteiro de Will Beall, além de Jason Momoa no papel principal. Aquaman finalmente tem sua história contada no cinema.



O filme estreou nas telonas no dia 21 de
dezembro de 2018 e se passa após os acontecimentos de Liga da Justiça. Por se
tratar de um filme introdutório, inicia revelando um pouco da história de origem do meio-humano, mas o foco é a briga deArthur (Aquaman) pelo trono, quando Mera (Amber Heard) o procura para avisá-lo que ele precisa acompanhá-la até o reino de Atlântida para deter o seu meio-irmão Orm (Patrick Wilson), que pretende se tornar o Mestre dos Oceanos e lançar a fúria dos 7 mares sobre o povo da superfície. Orm é o tipo de vilão que possue uma motivação real e nos leva a refletir se ele de fato não
está com a razão, afinal, o motivo da sua revolta contra o povo da superfície é
a poluição do homem que joga lixo nos oceanos e envenenam as criaturas do mar,
além da matança indiscriminada.


Outro ponto do filme é o toque de humor, incomum nas produções da DC, visto que, para diferenciar dos filmes da Marvel onde o elemento esta fortemente presente, os estúdios Warner decidiram que, os filmesda DC deveriam ser sombrios. Pois é, a estratégia não estava dando certo, por
isso, Aquaman veio cheio de tiradas cômicas em cima do carisma e jeito brutamonte de Momoa para criar cenas engraçadas deixando o personagem aindamais parecido com Thor, seu equivalente no universo Marvel. De toda forma o uso de piadas para quebrar o clima de tensão e a química do casal, Mera e Arthur, definitivamente não funcionaram.



Os efeitos especiais cumprem o seu papel, principalmente pelas cenas embaixo d’água, muito embora alguns pequenos erros como o penteado de Mera, impossível de ser feito no ambiente aquático ou a ausência do movimento da água nas primeiras cenas, o que não desmerece o trabalho. É importante ressaltar a qualidade nas cenas de ação, com
várias sequências de lutas e perseguições, mesmo que as batalhas mais importantes do filme tenham sido bem breves e fáceis de conquistar. No fim das contas, Aquaman supera as expectativas se tornando um dos melhores filmes da franquia, nos dando uma ponta de esperança que o universo cinematográfico da DC finalmente esteja retomando os trilhos.



quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Robin Williams “Comédia é a atuação do otimismo”!





Eu sei que faz muito tempo que não escrevo no blog e que na maior parte das vezes quando preciso expressar algumas opiniões, tenho utilizado o Facebook para isso mas... é impossível escrever/falar pouco quando o assunto é tão delicado quanto a perda de um grande gênio do cinema.

Eu não vou fazer pesquisa para falar da biografia dele pois quero dizer de coração, do meu conhecimento próprio e 'popular' o que é Robbie Williams para mim.



Sou do tipo que assiste filme pelo ator e não pelo filme. Sou dessas que entra no netflix e pesquisa 'filmes com Kevin Bacon' e assisto sem saber se o filme é bom ou não, afinal, se o ator é bom, alguma coisa no filme já vai me agradar.

Eu sei que em sua carreira há uma série de filmes gloriosos, consagrados, extremamente aclamados e elogiados pela crítica, mas eu tenho o meu TOP 10 pessoal que foi elaborado durante todos os meus 19 anos, com filmes que fizeram parte da minha vida.

Serei breve!

Por ordem de reprodução em my life:

Jumanji
Flubber (brincar de bexiga d'água para mim quando criança era Flubber)
Jack
Homem Bicentenário


Patch Adams
Tempo de Despertar
Sociedade dos Poetas Mortos
Amor Além da Vida
August Rush - O som do Coração
Violação de Privacidade






Sobre a amizade com Christopher Reeve:


Então, é o seguinte. Eu não sei se me prologuei muito pois, não gosto de escrever posts longos, mas o importante é que mesmo que um dia eles não pudessem mais atuar, nós teríamos a mente de Robin Williams pensando como a mente de Clint Eastwood segue fazendo um grandioso trabalho. E agora, por que categoria eu vou procurar filmes?


domingo, 16 de março de 2014

Tom Hiddleston é Loki, Thor e até Capitão America!




Contém Spoiler, viu? Mas também né, uma altura dessas você ainda não assistiu Thor 2, aí já é problema seu. Brinks.


Vamos combinar né, a atuação de Tom Hiddleston como Loki foi tão perfeita que a gente até esquece que o filme é do Thor. Eu mesma só fui ver o filme por causa dele. Mas o filme é ruim... mó chato.



A versão em Blue Ray está quase pronta e nela contem as cenas de Tom como Capitão América, quando utiliza mais um vez de seus poderem de ilusão para provocar o irmão.


Video eu não tenho não, mas um gifzinho rola:




Além de Loki e Capitão América, Tom Hiddleston também já teve seus dias de Thor.
Sim, sabia que ele fez teste para o papel? Mas os produtores olharam para ele e pensaram: -Não, esse cara tá perfeito para ser o Loki.

E eu penso, cara, como eles conseguem, tipo, o cara tá alí, loiro, interpretando o Thor e eles veem que ele ficaria bem de Loki?





Hoje que nós já estamos acostumados com cada um em seus devidos papeis, parece muito improvável.

O que esperar para vingadores 2? Loki vestido de Tony Stark... de Hulk. Ah não, ele não vai estar no segundo filme por que ele morreu. Ops, falei.

#NaVibeDaMaldade #SpoileiMesmo #FicouComRaivaTivesseAssistidoAntes #SouTroll


#BeijosMeLiguem

domingo, 2 de março de 2014

Novo CD de Michael Jackson para 2014!



Há muito tempo eu não dou pitaco nessas coisas de Michael Jackson. Não sei se vocês sabem que rola uma richazinha entre os fãs 'veteranos' e os 'pós-morte'. Aí alguém vem e diz: Mas isso não acontece mais não filhona. Não é querendo puxar sardinha pro meu lado não mas, sempre tem um fã principiante pra dar star numa discussão, nossssasinhora. É sim, isso mesmo.  Mas isso nao tem muito haver com o que eu vim falar não. É por que eu estava pesquisando as postagens sobre o assunto e sempre, ever and ever de sempre tinha uma briga, incrível, e pode apostar, nos comentários ao fim deste post vai ter briga. #AiComoEuSouPolêmica

Essa capa era uma suposição de novo álbum para o anterior a esse, no caso o 'Michael'.

Resumidamente.

A previsão de lançamento é para Março deste ano.
A proposta é que venham as versões originais e remixadas (mixadas novamente, não é remix tunch tunch tunch balada não), a fim de agradas aos fãs.
Segundo o produtor o primeiro single poderá ser Chicago.


Atualmente, temos certeza da canção Slave to the Rhythm, pois, além de que já sabiamos da entrada dela mesmo, ela tem sido usada na campanha publicitária do novo Sony Xperia Z2  , obviamente, markething duplo. Vejam o comercial, e adivinhem que música e essa:


E mais, a cação virá de bônus junto com o aparelho, afinal é a trilha do comercial.
Antes o boato era de que seria com o Justin Bieber, por isso é dificil demais achar a música sem a versão com ele cantando.
Música -> Slave To The Rhythm



Eu, como sempre tive acesso a varias canções não lançadas e bla bla bla, ja a conhecia anos (literalmente), assim como "Do You Know Where Your Children Are" (que eu AMO), "A Place With no Name" e "Blue Gangstar" (Que eu usava de despertador e quase tinha um pequeno infarto todas as manhãs).



Do You Know Where Your Children Are:




A Place With no Name:


Blue Gangstar ou Gangstar, No Friend of Mine... enfim:



Também vazou "I am a Loser" (ou "I Was a Loser" como era a versão de 2008) que pode ser considerada no album como "Escape" (adoro), "She was Lovin' me" e Can't Get Your Weight off of Me" de 1999-2001 para o album Invincible.

I am a Loser (quando começou pensei que era Stranger in Moscow):


Escape que sempre conheci como Xcaper:



She was Lovin Me:

Can't Get Your Weight off of Me:

Todas elas e mais um bucado estão no meu lindo "CD de músicas não lançadas de MJ" que des do lançamento no album anterior 'Michael' só bem sido chamado de "CD com algumas músicas não lançadas do Michael".

Particularmente, eu adoro essas músicas, algumas delas eu não acho tão legais (devem estar muuuito cruas), e outras me parecem que iam no caminho certo. Com o Album Michael, houve toda aquela repercuçao de que não era ele, que as músicas 'originais' eram melhores, então, de fato, fica dificil ver esse novo lançamento de forma positiva, porém, acredito que justamente pelas reclamações e sabendo que nós estamos muito atentos no que eles fazem com as canções, provavel que venham o mais naturais possivel. Ou não também, se tradando da $ony não sei o que esperar.

Eu vou resumir a minha opinião com um comentário que eu deixei numa postagem do MJBeats (beijos pra vocês, sdds da época do fórum...)


Vamos esperar né, o que vem por aí. Um fato é que: Eu vou comprar o CD de toda forma mesmo, risos.

"Eu sempre quero fazer música que inspire ou influencia a outra geração. Você quer que o que você cria viva, seja escultura, pintura ou a música. Como Michelangelo disse, "Eu sei que o criador vai, mas sua obra sobrevive. É por isso que para escapar da morte, tento vincular minha alma ao meu trabalho." E é assim que eu me sinto. Eu dou tudo de mim para o meu trabalho. Eu quero apenas viver." Michael Jackson


Gente, sim, eu já prometi várias vezes e nunca postei minha coleção do Michael aqui né? Um dia eu posto, ok?

Beijos.


 

sábado, 4 de janeiro de 2014

Livro 8 ou 80!



Feliz ano novo, ôê!!!

Primeiro Livro do ano. Na verdade do ano passado, já que comprei no aeroporto indo para Porto Alegre no dia 25 de dezembro, mas sobre isso falarei em um futuro post.

Como de costume estava observando a prateleira da livraria quando leio algo me chama a atenção. 8 ou 80. Meu horóscopo, meus amigos, pessoas que nem me conhecem e muitos outros me descrevem como alguém 8 ou 80. Pensei, esse livro é para mim!




A moça da livraria disse que eu provavelmente iria gostar, que combina com pessoas da minha idade, adolescente. Eu não entendo. Desde os 11 anos eu vou aos lugares e nunca pediram minha identidade (que eu nem tinha né), mas depois dos 18 parece que todo mundo resolveu de achar que eu sou menor. Sou Benjamin Button? Fica o questionamento.



Comecei a ler e fiquei incrível. Parece que fui eu quem escreveu o livro. Meu jeito de escrever, pensamentos parecidos e ler um livro que parece ter sido escrito por você é como receber um conselho de si mesmo. Quando digo que sou 8 ou 80, deveria dizer que sou 8 e 80. Se alguém me der um tapa na cara eu posso não fazer nada e continuar falando com ela. Se ela tivesse feito isso amanhã eu poderia dar um soco nela, chamar a mãe dela de bitch e cuspir nela. É isso 'mermo'!
Por isso sou imprevisível.

Ainda não terminei de ler pois, estou lendo um capítulo por dia. Se eu fosse ler de uma vez, eu leria em menos de 1h.



Bom, eu só queria começar o ano dando essa dica de livro para vocês, principalmente se forem escorpianos e parecidos comigo. Quem tiver algum livro para me indicar, pode dizer que esse ano quero voltar a ler. Já estou ficando burra. De preferencia me mandem o link online deles que eu não quero gastar dinheiro não... até por que nem tenho.... triste fim. Beijos.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

TAG - 7 COISAS!



Hello People. A Paula Melo do Violetas Roxas me marcou nessa tag '7 coisas' no blog dela, e aqui estão as minhas respostas.


7 coisas para fazer antes de morrer
- Cantar em público
- Visitar a Noruega.
- Conhecer um Ídolo.
-  Casar; Ter filhos;
- Ter minha casa própria.
- Me formar em (ordem) Recursos Humanos, MBA Gestão de Pessoas, Psicologia, Jornalismo.
- Puxar a alavanca vermelha do Ônibus.

7 coisas que falo
- Tipow.
- Eu acho assim...
- A partir do momento em que você aceita que 'algo absurdo'....
- O que é isso, é de comer?
- Te âââmoo. (Quando passa um boff)
- Brinque com quem quer brincar, não brinque com quem fala sério.
- Não faça isso com a mãe natureza, a mãe natureza se vinga.
(Satirizei um amigo Hippie que tinha apagado um cigarro em uma arvore, e logo em seguida ele tropeçou na raiz dela. Depois disso a frase pegou)


7 coisas que faço bem
- Cozinhar;
- Web Designer?
- Analisar as pessoas.
- Escrever; (estórias, poesias e canções)
- Dar conselhos.
- Não ser ouvida.
- Estar certa nos conselhos em que não fui ouvida e dizer 'Eu avisei'.

7 coisas que não faço bem
- Lavar o banheiro.
- Receber Ordem.
- Comer.
- Papel de besta
- Engolir Sapo.
- Dirigir.

7 coisas que me encantam
- Noruega.
- Paciência.
- Pa (ma) ternidade.
- Elogios inesperáveis.
- Cumplicidade.
- Michael Jackson.
- Pessoas Jovens bem sucedidas.

7 coisas que não gosto
- Leite.
- Cobras Najas.
- Gente Brôca.
- Arrumar a casa.
- Pucha saquismo.
- Falta de Consideração.
- Ovo Cozido.


E aí né, eu mesma na verdade não lembrava dele pois, a muito tempo não dava a ninguém mas, aqui está, Selo Mandy Savoy de qualidade, que é o meu próprio selo onde eu mesma julgo, aprovo, certifico, envio e faço tudo, e o Violetas Roxas neste momento está recebendo-o.

Para por na aba!


Para seu post!



Aqui marcarei 7 blogs para responderem a tag também:



Se alguma de vocês já tiver respondido essa tag... que penaaaa, que pena amor... (8)

Beijos no olho!



segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Robin Thicke, Blurred lines e paródias!


Voltei com esta bodega!


Hehehehe. Sério agora, agradeço a todas as peoples que comentaram incentivando e motivando e tals. Deixo logo claro que hoje estou com aproximadamente... 120% menos tempo do que eu tinha antes e ainda sim pouco postava, risos, mas vou me esforçar... juro!




Galera, vim aqui falar desse Tio Gato (36 anos) que demorou mais de dez anos, mas finalmente conseguiu estourar com essa drogadessamúsicaqueeuadoro, Robin Thicke.


Lógico que a música não é uma riqueza de letra, algo que se diga, nossa que poesia, mas... tô falando desse bendito baixo que fica na cabeça da pessoa e a pessoa não consegue dormir com isso. E ele canta bem.



Essa é a versão com roupa, por que a versão original AS MULÉ FICAM TUDO PELADA MANOW, ABSURDO!




Mas hey, olha a injustiça aí, ele tem uma outra canção conhecida, é sim, olha só:



Com o sucesso do single (tô falando de Blurred Lines já, dnovo), muitas paródias surgiram, uma delas foi a paródia feminista das estudantes de Direito de Auckland em resposta ao machismo da versão original que, como disse, é cheio de mulheres nuas e bla bla blá.




Dizem que Bill Clinton é mulherengo, por isso o escolheram para fazer esta tão tosca e trabalhosa versão que chega a ser legal.


Tem a versão para crianças, que de para criança só tem os instrumentos já que a letra continua uma safadeza só.


E váaaaarias outras versões espalhadas por aí sem legenda, então, nem rola postar aqui, né?
Pesquisando para esse post achei umas fotos tão 'lecais' desse cara, doida pra recuperar meu Photoshop e trabalhar nelas.

Então é isso pessoal, por hoje é só, beijos nos ombros.


sábado, 14 de dezembro de 2013

Voltando do Hiatus?!



Hello Crianças, como têm passado? Bem? Então tá certo. Estava eu aqui relembrando posts e mais posts no blog e de repente me deu uma 'sardadi' de postar. Mas não sei se volto com o blog, se não volto, tô 'cafusa'.

 A questão é, se for pra voltar eu queria uma solução para imuniza-lo de falta de ideia. O que seria isso? Simples, as vezes eu chego aqui e deixo logo 5 posts prontos de tanta coisa que me vem a cabeça, e por outro lado tem vez que eu fico mais de uma semana sem ideia nenhuma pra postar. Esse foi o grande motivo do por que eu parei com o blog.

Cabem a vocês, sapequinhas, me darem ideias nesse exato momento, sim, agora, eu quero que vocês comentem se acham que eu devo voltar com o blog e se sim, sugestões para melhorias ou ideias para publicações.

Conheço vocês, nunca colaboram. É só dizer: Ain Amanda, sério, esse negócio de falar na terceira pessoa é super out. -Ah, eu detesto quando você mistura palavras em outras línguas. -Exclua o blog, nunca devia ter criado. -Eu te amo, seu blog é lindo, ass mãe.

Tipo isso. Combinado? Belê, vou nessa, beijokas.




sábado, 13 de julho de 2013

Hoje é dia de Rock bebê!





Não, não é bordão, hoje é realmente o dia do Rock. 13 de julho e eu me pergunto qual o critério desses caras que escolhem as datas comemorativas para enfim, decidir qual vai ser o dia de determinada coisa? Hum... tão pedindo pela história né, senta que é grande: Por que 13 de julho de 85 aconteceu o Live Aid aí resolveram que esse ia ser o dia do rock. Fim.

Como este evento é o culpado pelo dia de hoje, não posso esquecer de postar um dos dois temas do Live Aid que eram, We are the world do USA for Africa e Do They Know it's Christmas Time da Band Aid :


Eu tinha uma tag aqui no blog que contava a história do rock por décadas, por isso não faz sentido me prolongar falando disso novamente, soo soo, vou postar dicas de filmes sobre rock que eu já tenha assistido e que acho que valem a pena... de serem... vistos. Tá muito cinefico esse blog.

Escola de Rock
Eu inclusive tenho esse DVD aqui em casa, que a gente roubou de alguém. Bom, o filme tem o Jack Black, tem referencias ao Rush, Yes e Led Zepelin e é comédia. Mas é light, não tem nada de rock pesado, afinal se passa em uma escola e os atros principais desta 'banda' são crianças.


Rock Star
Com Marck Wahlberg (I love) e Jennifer Aniston, o filme se passa no anos 80 onde Izzy é o vocalista de uma banda cover da Steel Dragon (fictício), e quando o SD perde seu vocalista, Izzy vai as audições, passa e acaba se tornando o novo líder da sua banda favorita. O filme basicamente mostra como é a vida de um Rock star.


Rock of Ages
Esse é um filme recente que eu fui ver no cinema e fiz resenha sobre ele AQUI. É um musical, onde o astro principal é somente o Tom Cruise (imaginem só) e tem um monte de clássicos do rock como  Poison, Twisted Sister, Whitesnake, Foreigner, Journe e lá vai o trem.



Quase Famosos
Se trata de um garoto de 15 anos que consegue emprego na revista Rolling Stones (claro que ninguém sabe que ele tem 15 anos) e passa a acompanhar a banda Stillwater. O filme é semi-biográfico pois, aconteceu a mesma coisa com o diretor, só que no caso a banda era o Led Zeppelin. Vale a pena assistir, tanto pela trilha sonora como pela estória.



Tenacious D
Mais um filme com o Jack Black, pois, para quem não sabe, o cara também é roqueiro e faz questão de demonstrar isso nos seus filmes. O filme é uma viagem total, os caras vão atras de uma palheta que tem poderes musicais satânicos e já pertenceu aos melhores guitarristas (que eram os melhores justamente por causa da palheta).



That Thing you do
Nossa! Mais do que eu já falei desse filme aqui, impossível. Por isso nem vou falar dele, aqui um dos links ESSE.



E uma outra série de filmes que ou eu não assisti por isso não vou falar, ou simplesmente acho que o post já tá grande demais, mas posso citar os nomes.


Cazuza - O tempo não para
Os Piratas do Rock
Somos Tão Jovens
Purple Rain (shuashuashua)
The Runaways (não gosto)


Obs: "Não estou lá". Eu meio que assisti mas só a parte do Heath Leadger, sem nem saber que era esse o filme, aí mudei de canal, hehe. Fala sobre a vida do Bob Dylan, mas não é por causa dele que quero ver, é por causa do Christian Perfuckin Bale.


Sorry pela maior parte dos Trailers em inglês mas, só tinha assim.


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